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O Sepe RJ esclarece a sua categoria que está empenhando todos os esforços para a manutenção dos auxílios que compõem o salário dos profissionais de educação das escolas estaduais, cuja retirada foi anunciada pelo Governador Wilson Witzel. O governo que retira auxílios é o mesmo que quer obrigar professores a entrar numa plataforma online utilizando-se de recursos próprios de dados de internet.

Esta atitude por parte do governo estadual, que corre o risco de ser seguida pelas prefeituras, caminha na contramão em um momento em que o país busca a implementação de medidas protetivas aos trabalhadores. Os recursos destinados ao FUNDEB, que garantem o pagamento de mais 80% da folha dos profissionais de Educação da Rede Estadual e 100% dos auxílios, não sofreram perdas até o momento. Logo, não há justificativa econômica para retirada desses auxílios.

Há anos, nosso sindicato defende que os auxílios sejam incorporados ao salário para que possamos ter a garantia de não serem cortados de acordo com a vontade de governos, e para que possam contar para os cálculos de aposentadoria.

Os auxílios transporte, alimentação, difícil acesso, entre outros, não são privilégios para uma categoria que, além de ter salários baixos, está há seis anos sem reajustes. Tais auxílios são, muitas vezes, a forma de sobrevivência de uma parcela enorme de profissionais. Observamos que, durante o isolamento, as rotinas familiares se modificaram e na maioria dos casos houve aumento significativo dos gastos com a alimentação de filhos que outrora almoçavam nas escolas ou bandejões de universidades, com o aumento do uso de energia elétrica e demais gastos associados à permanência em casa.

O Sepe não aceitará mais este ataque sobre os educadores.

SEPE RJ – SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

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