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A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) está realizando, em Brasília, a 27ª Semana Nacional de Educação, de 13 a 17 de abril, reunindo entidades filiadas, incluindo o Sepe. Nesta quinta-feira (16/04), está sendo realizada uma importante análise de conjuntura, com representantes de partidos políticos, para debater o cenário e os desafios da classe trabalhadora e da educação pública, visando a valorização dos profissionais de educação (veja fotos).

A direção do Sepe está participando dos debates, que se encerrarão nesta sexta-feira (17/04), com o tema: Educação, sustentabilidade e inteligência artificial.

Confira a agenda de debates:

13/04: Educação, democracia e soberania;

14/04: Educação e o combate à violência contra minorias e ao feminicídio;

15/04: Políticas estruturantes da educação – Sistema Nacional, Planos Decenais
e Financiamento (Marcha a Brasília e indicativo para Paralisação Nacional
da Educação);

16/04: Valorização dos profissionais da educação;

17/04: Educação, sustentabilidade e inteligência artificial.
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Os profissionais da rede municipal de Duque de Caxias fizeram uma grande mobilização no dia 15 de abril. A categoria ocupou as ruas do Jardim Primavera para protestar na prefeitura contra os quase 11 anos sem reajuste salarial e sem concurso público. Neste dia, também foi realizada uma assembleia massiva que deliberou pelos próximos passos da mobilização da rede.  

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Cultura, Formação Sindical e Assuntos Educacionais, destaque-home, Saúde e Direitos Humanos, Todas

No sábado, dia 11 de abril, o Núcleo de Estudos de Educação Inclusiva (NEEDINC) realizou uma reunião, no auditório do Sinpro-Rio. O tema do encontro, que reuniu duas dezenas de profissionais de educação e convidados, foi a discussão sobre a política nacional de inclusão e a situação da inclusão na rede pública de ensino: Diagnóstico geral do Rio de Janeiro, onde as exigências e leis da inclusão não são cumpridas.

Durante o evento foram realizadas falas das seguintes participantes: Cládice Diniz (UNIRIO); Dani Leal (MOABE RJ); e Izabel Costa (CME RJ).

Ao final da reunião, foram tirados os seguintes encaminhamentos:

– Abrir grupo de WhatsApp do NEEDINC;

– Formação de Grupo de Trabalho (GT) em conjunto com a SAE para estudo específico e sistematização das discussões sobre: os cargos e a carreira dos profissionais da educação inclusiva; levantamento de experiências positivas existentes no país (BH, Goiânia, Angra nos anos 90 e CPII, CAP UERJ e ISERJ); diagnóstico das políticas de inclusão – PNE, Política Nacional, deliberações locais e da situação da rede pública; pesquisa sobre o censo escolar;

– GT: Carol Sepe; Fatima Lima Regional 1, Isabela AAEE Regional 3, Paula Falcão, Simone Regional 9.

– Realização de TV SEPE sobre o tema da inclusão;

– Reunião com a equipe da FIOCRUZ – grupo de pesquisa sobre a inclusão na rede municipal do Rio – indicação 04/05;

– O Sepe RJ deve solicitar dados da inclusão ao IHA;

– Sobre acidente de trabalho envolvendo agressões de crianças/ estudantes incluídos:  consulta ao jurídico sobre como proceder;

– Lutar pelo retorno do COC INTEGRAL e dos CENTROS DE ESTUDOS INTEGRAIS no calendário para discutir a inclusão;

– Representante do Sepe junto ao FUNDEB solicitar informações sobre o uso de mais 23% de recursos financeiros enviados pelo governo federal voltados para a inclusão;

– Discutir no Sepe a importância da criação de núcleo de estudos da educação inclusiva nas diversas redes municipais;

– Indicar a construção de um encontro estadual sobre a educação inclusiva nas redes públicas de ensino;

– Discutir propostas para a inclusão como: a constituição e/ou ampliação das equipes multidisciplinares; a ampliação das salas de recursos com pelo menos 1 em cada escola pública; discutir a carreira e a formação inicial mínima para os profissionais do atendimento educacional especializado: eles exercem função docente ou apoio técnico?; discussão sobre a redução do quantitativo de crianças/estudantes em cada agrupamento/turma nas escolas públicas.

Durante a reunião ainda foram tocadas as seguintes questões:

– Necessidade de discussão sobre a precarização e desvalorização dos profissionais do atendimento especializado e do profissional da educação em geral;

– Discutir as experiências de Niterói e São Gonçalo onde o atendimento especializado direcionado à criança/ estudante é realizado por profissional do Magistério concursado. Debater também a proposta de flexibilização com a criação de um profissional da educação voltado apenas para os cuidados, um cuidador;

– Discutir a necessidade de atendimento especializado aos estudantes com deficiência, pelo poder público, também após o horário da escola, muitas em turno parcial;

– Fazer a discussão conceitual da educação inclusiva a partir de concepções como da escola unitária de Gramsci e do Desenvolvimento universal de aprendizagem (DUA);

– Fazer a discussão sobre a inclusão a partir de outro modelo de sociedade, não pautada no neoliberalismo e conservadorismo;

– Utilizar o mapeamento da inclusão, por escola, realizado no mandato da ex-vereadora Luciana Boiteux;

– Indicar ao Sepe Central estudos e ações voltadas também para a rede estadual;

– Propostas de políticas públicas voltadas para famílias e/ou responsáveis de crianças e estudantes com deficiência;

– No setor público, lutar para que os recursos públicos sejam destinados exclusivamente à educação pública;

– Discutir a importância da presença das escolas especiais;

– Destacar a importância do estudo da educação inclusiva nas licenciaturas e graduações;

Foram indicadas as seguintes ações a curto prazo:

. Solicitação oficial dos dados acerca da educação inclusiva no município do RJ para o IHA

. Construção de uma orientação em relação a acidentes relacionados a agressão sofridas a partir da intervenção na Educação especial/Inclusiva (abertura de NAT)

. Luta pela retomada pelo tempo integral do COC

. Retorno dos CEs com foco nos casos de inclusão, organizados a partir das unidades escolares, referenciado nas suas demandas

. Construção de diálogos junto a comunidade escolar a partir dos CECs, no sentido de fortalecer a unidade em torno dos direitos da família, da criança e dos profissionais de educação.

. Campanha pelo cumprimento da modulação (relação aluno/AAEE) previsto em lei e prometido pelo prefeito durante a campanha

. Campanha pela sala de recursos em cada escola.


 

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Ontem, dia 15 de abril – Dia Nacional de Mobilização da Classe Trabalhadora, os profissionais da rede municipal de Teresópolis realizaram um ato na porta da prefeitura numa atividade em que a categoria reafirmou suas lutas e reivindicações.

Durante o protesto, os profissionais da rede municipal cobraram do prefeito Leonardo Vasconcelos (UNIÃO) o atendimento das seguintes reivindicações:

Cumprimento imediato do 1/3 de planejamento
Reestruturação do PCCR
Abertura de concurso público para a educação

Em seguida, a categoria realizou uma assembleia geral, onde foram debatidos os próximos passos da mobilização, organizadas novas ações e feita uma avaliação da situação da educação no município.

 

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Capa do Boletim, com a manchete: Rede Estadual vai parar por 24 horas no dia 05 de maioO Sepe produziu nova edição do seu boletim, voltado para os profissionais da rede estadual. A edição traz a convocação da paralisação de 24 horas no dia 05 de maio e outras datas do calendário aprovado pela categoria.

Nas páginas centrais, o boletim apresenta as tabelas salariais, que simulam o valor do vencimento-base em diferentes cenários. Professores e funcionários podem comparar o seu vencimento atual com o valor de como estaria, por exemplo, caso a recomposição salarial acordada tivesse sido cumprida, caso as perdas com a inflação tivessem sido repostas ou ainda com o valor do piso nacional aplicado na carreira, tanto o do magistério como o de funcionários, em pauta no Senado.

O objetivo do material é fortalecer a mobilização nas próximas semanas, convocando uma forte paralisação no dia 05 de maio, para arrancar o reajuste e demais direitos negados pelo governo estadual.

Baixe o PDF e compartilhe em sua escola:
Boletim do Sepe Edição 76 – Rede Estadual (Versão A4 para redes)
Boletim do Sepe Edição 76 – Rede estadual (versão A3 para reprodução)

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O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (SEPE/RJ), por meio de sua Direção Colegiada, no uso de suas atribuições estatutárias, torna pública a abertura de processo de seleção para a contratação de advogado(a), conforme as disposições deste edital.

O processo seletivo visa o recrutamento de profissional que, além da excelência técnica, demonstre pleno compromisso com a defesa da educação pública e com os princípios de organização autônoma da classe trabalhadora, sendo estes critérios orientadores para a avaliação em todas as etapas do certame.

O edital pode ser lido e baixado neste link.

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou em definitivo o Projeto de Lei nº 4332/2024, que propõe um limite para que os gestores estaduais e municipais tentem mudar o tempo de contagem da hora-aula dos professores. De autoria do deputado federal Tarcísio Motta (PSOL-RJ), o projeto foi apresentado após a famigerada aprovação, pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, de projeto do então prefeito Eduardo Paes, que criou a “minutagem” na rede.

Em seu texto, o PL propõe: “Nos casos em que o tempo de aula ou de interação com os educandos for inferior à sessenta minutos, será considerado como uma hora-aula para fins de composição da jornada”.

O PL 4332/2024, agora, vai para a Comissão de Constituição e Justiça, e a luta é para que seja aprovado ainda esse ano.

Em seu voto, a relatora do PL na Comissão, deputada Lídice da Mata (PSB/BA), afirma:

“Cabe aos sistemas de ensino definir se a duração da aula corresponderá à hora-relógio (60 minutos) ou obedecerá a tempo distinto (45, 50, 55 minutos, etc). Essa decisão, como ressalta o CNE, pode responder às necessidades dos alunos, à organização curricular adotada pela rede ou ainda ao projeto pedagógico da escola. Não há qualquer impedimento quanto à adoção de diferentes durações de hora-aula, desde que, nessa composição, seja preservado o tempo destinado às atividades extraclasse na jornada do professor.

“A preocupação do autor da proposição concentra-se, portanto, na necessidade de evitar que essa variação de duração da hora-aula, comum nos sistemas de ensino da federação, produza efeitos indesejados sobre o direito do professor, já reconhecido pelo STF, de dispor de tempo específico para dedicar-se às atividades extraclasse”.

Siga a tramitação do PL.

O voto da relatora pode ser lido aqui.

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Num show de horrores que parece não ter mais fim, o governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, exonerou, no final da semana passada, o presidente interino do Rioprevidência, Nicholas Cardoso. O afastamento se deu por pedido do Ministério Público estadual, durante investigação sobre aportes de R$118 milhões feitos pela autarquia em instituições financeiras não cadastradas. Lembramos que o presidente afastado ocupava o cargo interinamente após a queda da antiga direção do órgão, sob o comando de Deivis Antunes, envolvida nas investigações do escândalo das aplicações no liquidado Banco Master.

Na época das aplicações que levaram ao seu afastamento do cargo, Cardodo ocupava a direção de investimentos do Rioprevidência. Estas aplicações apareceram após as denúncias sobre o escândalo envolvendo o Master, que também recebeu recursos do Rioprevidência (cerca de 1 bilhão de reais).

O governo do estado colocou no lugar do presidente interino afastado o procurador do estado Felipe Derbli de Carvalho Batista.

Segundo as autoridades, o investimento de R$ 118 milhões em 3 fundos de investimentos administrados por instituições financeiras não cadastradas junto à autarquia contraria normas do Conselho Monetário Nacional e do próprio Rioprevidência, fundo que é responsável pelo pagamento de benefícios previdenciários a 235 mil servidores do RJ e seus dependentes, como aposentadorias e pensões.

O Sepe acompanha com atenção os desdobramentos da crise ética e política envolvendo o Rioprevidência ao longo dos últimos anos. Muito antes do escândalo e das investigações sobre os investimentos em títulos podres do Banco Master, uma CPI do órgão na Alerj já apontava malversação e administração temerária do dinheiro do nosso fundo de pensão. A CPI foi convenientemente arquivada em 2021, mas a controvertida gestão do órgão se manteve até a revelação do presente escândalo financeiro do Banco Master, que mostrou o Rio de Janeiro como o segundo estado com fundos de previdência que mais investiram no malfadado banco. Por conta disto, os profissionais de educação exigem o máximo rigor na apuração das irregularidades e exemplar punição para todos os dirigentes da instituição e políticos, como o ex-governador Cláudio Castro, envolvidos nestas falcatruas que ameaçam  o futuro do nosso fundo de previdência.

 

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O Sepe está participando, desde o início da manhã desta quarta-feira (dia 15 de abril), da Marcha Nacional da Classe Trabalhadora 2026, em Brasília. O evento, tem organização das principais centrais sindicais do país e reúne caravanas de todo o Brasil, que chegaram na Capital Federal para reivindicar mais direitos para os trabalhadores brasileiros.  

A concentração para a Marcha foi iniciada às 8h, no estacionamento do Teatro Nacional. Ela foi seguida de uma plenária às 9h e, por volta das 10h30, a passeata rumo à Esplanada dos Ministérios foi iniciada. A mobilização integra o calendário de lutas que se estende até o Dia do Trabalhador, em 1º de maio.

Durante as atividades de hoje, lideranças sindicais devem entregar um documento com 68 reivindicações atualizadas aos chefes dos Três Poderes, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado Davi Alcolumbre e o presidente da Câmara Hugo Motta.

A pauta é uma atualização das propostas debatidas na Conferência da Classe Trabalhadora (CONCLAT). Segundo dirigentes, cerca de 70% dos itens apresentados em 2022 já foram implementados ou estão em tramitação, como a política de valorização do salário mínimo e a lei de igualdade salarial entre homens e mulheres. O fim da escala 6×1 é uma das pautas prioritárias da Marcha, que será precedida pela CONCLAT, que atualiza a Pauta da Classe Trabalhadora para o período 2026/2030.


 

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