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O Supremo Tribunal Federal (STF) pautou para esta quarta-feira (dia 14), o reinício do julgamento pelo plenário virtual do Tema 1218 – sobre a incidência do piso nacional do magistério nos planos de carreira dos profissionais de educação.

O julgamento foi iniciado em 12 de dezembro de 2025, mas acabou suspenso após pedido de vista do ministro Dias Toffoli, que, posteriormente, votou a favor do piso. Em maio deste ano, o julgamento foi novamente suspenso, desta vez por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, cujo voto será publicado amanhã

Até o momento, o julgamento se encontra com placar favorável ao pleito dos profissionais de educação (2X1): votaram favoravelmente à inclusão do piso nos planos de carreiro os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O relator, Cristiano Zanin, apresentou um voto sujeito a diferentes interpretações.

A decisão é fundamental para a valorização dos(as) profissionais do magistério em todo o Brasil.

Piso e carreira andam juntos: ministros do STF, piso é lei e carreira é direito! Sua repercussão nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada é essencial para garantir remuneração digna, progressão profissional e o reconhecimento dos direitos da categoria.

Acompanhe o julgamento – que é virtual e tem os votos publicados – no site do Supremo. 

Veja um histórico do julgamento:

O recurso extraordinário (RE) nº 1326541, que deu origem ao Tema 1218, é oriundo de uma ação no Estado de São Paulo, e ganhou repercussão geral, ou seja, terá validade para todo o país.

O Sepe defende que o piso nacional deve servir de referência mínima para os planos de carreira do magistério, com base no § 1º do art. 2º da norma que diz: “O piso salarial profissional nacional é o valor abaixo do qual a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios não poderão fixar o vencimento inicial das Carreiras do magistério público da educação básica, para a jornada de, no máximo, 40 (quarenta) horas semanais.”

Lembramos também, que foi em razão deste processo no STF que ocorreu a suspensão da decisão do TJRJ de 2022, que deu ganho de causa na Ação Civil Pública do Sepe em 1ª e 2ª instâncias, determinando o cumprimento do piso para toda a categoria, com retroatividade ao ano de 2015. O Piso resulta de lei vigente há 17 anos, Lei nº 11.738/08 e foi considerado constitucional pelo STF na ADI 4167 há mais de 10 anos. Mas o governo do estado o descumpre desde 2015.

Resumo do Tema 1218:

“Adoção do piso nacional estipulado pela Lei federal 11.738/2008 como base para o vencimento inicial da carreira do magistério da Educação básica estadual, com reflexos nos demais níveis, faixas e classes da carreira escalonada. Descrição: Recurso extraordinário em que se discute, à luz dos artigos 2º, 18, 37, X e XIII, e 169, § 1º, I e II, da Constituição Federal, a constitucionalidade da decisão judicial que concedeu a equiparação do salário-base do professor da educação básica do Estado de São Paulo ao piso nacional da categoria, estabelecido pela Lei 11.738/2008, com incidência escalonada nas diversas faixas, níveis e classes”.

Categoria pode enviar mensagens para os ministros do STF:

Como o julgamento será virtual, portanto, sem a divulgação na TV Justiça, uma forma de a categoria tentar sensibilizar os ministros em seus votos seria enviando mensagens para os emails dos Gabinetes, explicando a importância que a votação tem para a categoria da rede estadual de educação, que recebe um dos piores salários em nível nacional, já que o governo não cumpre o piso. A seguir, publicamos um texto modelo que o(a) professor(a) poderá usar, como referência, em sua mensagem aos ministros – atenção, usamos, como exemplo, a situação da rede estadual do Rio de Janeiro. Mas o texto modelo pode ser usado, citando outras redes municipais:

MODELO DO TEXTO:

Vossa Excelência, Senhor Ministro ____________,

“No contexto do julgamento do Tema 1218, que ocorrerá no Plenário Virtual a partir do dia 15 de maio, venho respeitosamente manifestar a extrema relevância desta decisão para o magistério brasileiro — em especial para nós, profissionais da rede estadual do Rio de Janeiro, submetidos a um dos piores salários do país devido ao reiterado descumprimento do piso nacional previsto na Lei 11.738/2008. Considerando que o piso foi reconhecido como constitucional por este próprio Supremo Tribunal Federal e deveria servir como vencimento inicial das carreiras, conforme determina o §1º do art. 2º da referida lei, solicito a Vossa Excelência atenção especial aos impactos sociais, profissionais e pedagógicos envolvidos.

Assim, rogo que o voto de Vossa Excelência reconheça a necessidade de que o piso nacional do magistério seja efetivamente observado como referência mínima nos planos de carreira, com os devidos reflexos nas faixas, níveis e classes, assegurando dignidade, valorização e respeito à legislação vigente. Tal decisão representará justiça para milhares de educadores que há anos lutam para que a lei seja cumprida.

Endereços dos(as) ministros(as)

GABINETE MINISTRO EDSON FACHIN (presidente)

gabineteedsonfachin@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO GILMAR MENDES

audienciasgilmarmendes@stf.jus.br

GABINETE MINISTRA CÁRMEN LÚCIA

gabcarmen@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO DIAS TOFFOLI

gabmtoffoli@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO LUIZ FUX

gabineteluizfux@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES

Email: gabmoraes@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO NUNES MARQUES

gmnm@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO ANDRÉ MENDONÇA

secretaria.gmalm@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO CRISTIANO ZANIN

gabinete.mcz@stf.jus.br

GABINETE MINISTRO FLÁVIO DINO

agenda.gmfd@stf.jus.br

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Os profissionais de educação da rede estadual realizaram uma assembleia geral nesta quarta-feira, dia 07 de outubro, no auditório do Clube de Engenharia, Centro do Rio. Na plenária, a categoria aprovou um calendário de lutas, com ato na SEEDUC, no dia 05 de novembro (horário a confirmar), sem paralisação. No dia 14 de novembro, um sábado, será realizada nova assembleia geral (horário e local a confirmar) para discutir os rumos da mobilização da rede estadual.

A assembleia deliberou também pela não realização do ato programado para a porta do TJ, tendo em vista a realização da grande passeata do movimento estudantil, da Candelária até a Cinelândia. Os profissionais saíram da assembleia para se juntar ao ato e passeata dos estudantes, que reuniu dezenas de milhares de manifestantes ocupando toda extensão da Avenida Rio Branco.

A passeata em apoio à democracia e da reeleição de Lula e contra o avanço da extrema direita no país, teve como objetivo apoiar a candidatura do atual presidente e condenar os candidatos bolsonaristas, Eduardo Bolsonaro (para presidente) e Douglas Ruas (para o governo do Estado), que foram os mais votados no primeiro turno do pleito, no dia 04 de outubro.

A mobilização estudantil começou na segunda-feira, dia 05 de outubro, quando estudantes da Universidade Federal Fluminense saíram para as ruas à noite para apoiar Lula no segundo turno das eleições. Mais atos como os de hoje no Rio de Janeiro estão previstos em dez estados, com objetivo de formação de uma frente de mobilização contra Bolsonaro e a extrema direita no segundo turno.


 

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A assembleia da rede estadual decidiu suspender o ato que seria realizado nesta data no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). A categoria participará da mobilização dos estudantes, que realizam uma passeata nesta quarta, agora, com concentração na Candelária.

A assembleia também aprovou um novo calendário de mobilização:

* 5 de novembro: ato na Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC), sem paralisação;

* 14 de novembro: assembleia geral da rede estadual.

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Os profissionais da rede estadual fazem uma paralisação de 24 horas nesta quarta-feira, dia 7 de outubro. Às 11h, haverá assembleia geral no auditório do Clube de Engenharia (Av. Rio Branco 124 – 25º andar), seguida de ato no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, às 14h.

A categoria está em estado de greve e reivindica o atendimento de uma pauta econômica, além de questões de caráter pedagógico.

O Sepe reforça a convocação da rede estadual para que compareça e se mobilize para as atividades deste dia 07 de outubro. A Educação cobra do governador em exercício, Ricardo Couto, uma audiência neste mesmo dia, para que o governo apresente uma resposta para questões importantes da nossa pauta, tais como: piso nacional, reajuste 2025-2026, funcionários abaixo do mínimo, auxílio tecnológico, animação cultural, ex-Faep, entre outros pontos.
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Nesta terça-feira, 29/09, dezenas de profissionais da Educação realizaram um protesto em frente à Alerj, cobrando valorização e defendendo o Rioprevidência, saqueado por Cláudio Castro no escândalo do Master. Neste dia, estava agendada uma audiência com o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, para prosseguir com as negociações sobre a pauta da educação estadual. Mas a reunião foi cancelada em mensagem enviada para o sindicato no final da manhã do dia 29. O Sepe aguarda um novo agendamento.

O Sepe reforça a convocação da rede estadual para a paralisação agendada para a próxima quarta-feira, 07/10, com assembleia geral às 11h no Clube de Engenharia, seguida de ato público no Tribunal de Justiça, a partir das 14h. A Educação cobra do governo uma audiência neste mesmo dia, para que o governo apresente uma resposta para questões importantes da nossa pauta, tais como: piso nacional, reajuste 2025-2026, funcionários abaixo do mínimo, auxílio tecnológico, animação cultural, ex-Faep, entre outros pontos.
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Reportagem do portal do Jornal O Globo de hoje (30) apresenta uma série de denúncias a partir de investigações e auditorias efetuadas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governador em exercício Ricardo Couto em contratos da gestão do ex-governador Cláudio Castro, em especial na SEEDUC, sob a gestão da ex-secretária Roberta Barreto. Segundo a matéria, o GSI estima que até R% 1,6 bilhão em contratos de obras e serviços da Secretaria de Estado de Educação contenham indícios de fraude e, até mesmo, de formação de cartel.

Segundo o Globo, com base em informações do governo estadual os contratos foram suspensos para reavaliação. A suspeita é de que 95% das 1.241 escolas estaduais tenham contratado obras de forma irregular, segundo o Gabinete de Segurança do governador em exercício.

A reportagem mostra que entre os indícios de atos ilícitos há dispensas de licitação – uma prática recorrente durante a gestão de Barreto à frente da SEEDUC e alvo de diversas investigações do Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público Estadual, como no caso das compras de livros paradidáticos – para reformas na unidades escolares, os quais, pelos valores envolvidos, não poderiam ter sido feitas. Desde 2022, uma resolução do então secretário Alexandre Valle criou um teto de R$ 880,00 para despesas de emergência.

Ainda de acordo com a reportagem do Portal do Globo, as investigações e auditorias apontam para a suspeita de existência de um cartel em vários contratos analisados, um suposto esquema de cartas marcadas para vencedores tocarem reformas em unidades educacionais.

Um dos exemplos apontados mostra uma escola cívico-militar de Realengo, que deveria ser inaugurada no início de 2026, mas no local só existe refugo de obras espalhado. O endereço da unidade fantasma – um dos carros chefes das promessas de campanha de candidatos da extrema direita ligados ao Bolsonarismo (no debate dos candidatos a governador do dia 29/9, o presidente da ALERJ, Douglas Ruas, exaltou este nefasto modelo de educação militarizada) –, onde já deveria funcionar a tal escola cívico-militar, o cenário é de abandono, segundo a equipe do jornal que esteve no local.

De acordo com o GSI, foram aprovados R$ 14,3 milhões em despesas para a construção desta unidade fantasma, englobando quatro contratos firmados com empreiteiras e R$, 47 milhões só para desapropriação do terreno.

As denúncias das auditorias realizadas até agora prosseguem com os contratos de obras e reformas em outras unidades da rede estadual, que também foram feitos de forma irregular. Segundo o GSI todas a auditorias com indícios de crime foram encaminhadas ao Ministério Público Estadual. Segundo a reportagem as irregularidades foram encontradas em outas secretarias da antiga gestão de Cláudio Castro. De acordo com o chefe do GSI, delegado Roberto Leão, os responsáveis identificados responderão por improbidade e terão de ressarcir os cofres públicos.

A matéria completa pode ser lida no link: http://glo.bo/bo6312e
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Profissionais da educação da rede estadual realizaram ato público nesta terça-feira (29), em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), para cobrar o atendimento da pauta de reivindicações que vem sendo negociada com o governador em exercício, Ricardo Couto. A manifestação também denunciou a aprovação, pela Alerj, de projeto de autoria do então governador Cláudio Castro que autorizava a retirada do Rioprevidência de recursos provenientes de royalties e participações especiais do petróleo.

Dezenas de profissionais participaram da manifestação. A categoria está em estado de greve e reivindica o atendimento de uma pauta econômica, além de questões de caráter pedagógico.

No dia 7 de outubro, será realizada uma paralisação de 24 horas, com assembleia geral, em local a confirmar, às 11h, e ato público no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), às 14h.

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A direção do Sepe se reuniu nesta terça-feira (22/09), na sede do Tribunal de Justiça, com o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto. Também participaram o secretário de Planejamento e Gestão, Rafael Ventura, e a secretária de Educação, Luciana Calaça.

Na reunião, foram discutidas reivindicações da categoria. O governador marcou nova reunião para 29/09, antes da assembleia do Sepe, em 07/10, quando deverá apresentar respostas às reivindicações.

– Aposentados: apresentamos a questão do Rioprevidência e uma discussão com os aposentados. O governador disse que irá agendar uma reunião específica com esse segmento da educação.

– Auxílio tecnológico: a medida está em estudo pelo governo estadual, que deverá apresentar uma resposta na próxima reunião com o sindicato, marcada para o dia 29 de setembro, às 17h.

– Piso Nacional: o tema será aprofundado nas próximas reuniões entre o Sepe e o governo estadual.

– Regulamentação da Animação Cultural: o governo informou que o INSS solicitou informações individualizadas dos 305 animadores culturais. O Sepe defendeu que os dados sejam obtidos pelos sistemas do próprio governo. Ventura afirmou que buscará resolver a questão junto ao Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH). O governo fará uma complementação salarial para que os animadores culturais recebam, no mínimo, o salário mínimo. Sobre o valor complementado incidirá a contribuição ao INSS, regularizando a situação previdenciária desses trabalhadores.

– Servidores da ativa e aposentados que recebem abaixo do salário mínimo: foram identificados os servidores da educação nessa situação. Segundo Ventura, haverá complementação até o salário mínimo. O SIGRH informou que o valor será considerado para fins de aposentadoria.

– Auxílios Alimentação e Transporte: o governo informou que, segundo entendimento da PGE, a legislação impede reajustes dessas rubricas em período eleitoral.

– Migração do DOC II: a Casa Civil já deu aval e o processo está na Subsecretaria de Gestão de Pessoas.

– Abono de greve: o Sepe esclareceu que a reivindicação se refere a paralisações de 24 horas registradas com o código 61, enquanto as greves já foram abonadas. O sindicato reivindica o abono funcional dessas faltas.

– Funcionários ex-FAEP: o Sepe defendeu a migração dos servidores. O governador afirmou que avaliará a questão até a próxima reunião e solicitou estudo para um plano de carreira, com definição de valor inicial para a categoria.

– Educação Inclusiva: o Sepe cobrou atendimento adequado aos alunos PCDs e neurodivergentes e a regularização dos serviços interrompidos. O governo informou que está contratando uma nova empresa. O sindicato ressaltou que a questão também é pedagógica e defendeu concursos públicos de servidores para este segmento para garantir o atendimento.

– Aprovação automática: o Sepe também cobrou a revogação do decreto que estabelece a aprovação automática na rede estadual. O governo deverá apresentar uma resposta sobre o tema na reunião marcada para o dia 29.

– Ação do Nova escola: na reunião do dia 29, o governo irá dar a data de uma reunião com a Procuradoria Geral do Estado (PGE), visando agilizar a questão.

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Os profissionais de Educação da rede estadual farão um ato de protesto na frente da ALERJ nesta terça-feira, dia 29 de setembro, a partir das 14h. A manifestação foi uma deliberação da assembleia geral híbrida do dia 12 de setembro. Nesta plenária, a categoria também decidiu pela entrada em estado de greve da rede estadual.

O “estado de greve” é um alerta da categoria ao governo de que a greve pode ser declarada nas próximas assembleias caso as negociações não avancem e as nossas reivindicações não sejam atendidas.

O Sepe reivindica a aprovação de uma pauta econômica, além de outros diversas outras reivindicações, entre as quais: Migração dos ex-Faep para a FAETEC; regulamentação da situação dos animadores culturais; situação dos servidores que recebem abaixo do mínimo; publicação do abono funcional dos dias de paralisação e greves; resjuste do valor dos auxílios transporte e alimentação; confirmação do reajuste das perdas salariais referentes a 2025; migração dos Doc II.

Durante a realização do 45 Encontro Estadual de Aposentados, do dia 15 ao dia 18 de setembro, os aposentados discutiram e confirmaram a participação no ato na Alerj , no dia 29 de setembro.

Veja abaixo, o calendário de lutas da rede estadual

29/09: Ato na ALERJ – 14h

07/10: Paralisação de 24 horas, com assembleia geral (local a confirmar), às 11h e ato no TJRJ, às 14h.

 

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A participação dos aposentados e pensionistas nas eleições gerais de outubro valerá como prova de vida para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O comparecimento às urnas será uma das informações utilizadas para confirmar que o beneficiário está vivo, portanto o beneficiário não precisará fazer a prova de vida anual se for votar.

A garantia foi dada pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz. Segundo o ministro, a Prova de Vida pode se dar, entre outras formas, por meio co comparecimento eleitoral para votação nas eleições. Dessa forma, quem comparecer para votar já terá a sua prova de vida realizada, já que o INSS recebe esses dados do sistema do TSE e já computa como prova de vida.

A Prova de Vida é um procedimento de revisão anual, focado em identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos, abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

Para os casos em que o cidadão não comparecer ao pleito eleitoral, o INSS continua utilizando o sistema SIRIS, que coleta diversas fontes de dados do governo em busca de outros eventos comprobatórios, como a emissão de documentos, movimentações registradas ou atendimentos realizados. O segurado só é convocado a regularizar a situação quando não é encontrada nenhuma fonte que confirme a sua vivacidade.

No caso de comparecimento para votação, o Ministério da Previdência Social explica que a verificação ocorrerá de forma automática, a partir do cruzamento dos dados da Justiça Eleitoral com a base de informações do INSS. A medida já havia sido adotada nas eleições de 2022.

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