Agende seu atendimento pelo Departamento Jurídico do Sepe no fone: (21) 2195-0457 (10h às 16h).
O governo de Iván Duque apresentou uma proposta de reforma tributária ao parlamento colombiano que pretende arrecadar 26 bilhões de pesos, aumentando o imposto sobre alimentos básicos, o imposto sobre os salários dos trabalhadores, entre outras medidas que visam que os pobres do país paguem pela crise econômica, em plena situação grave da pandemia, enquanto o governo aumenta o desemprego, as taxas de miséria e o assassinato de lutadores em meio a um aumento flagrante da corrupção.

Diante dessas medidas, as centrais operárias convocaram um dia nacional de protesto denominado Greve Nacional do dia 28 de abril, que demonstrou, com suas grandes mobilizações, a indignação contra o governo, e por isso vem se espalhando para os principais centros urbanos do país. Em Cali, onde o protesto foi mais forte, o governo e o prefeito deram ordem para reprimir o protesto.

Como resultado, cerca de 35 pessoas foram assassinadas e cerca de 400 pessoas presas, além de mais de 150 pessoas feridas pelos órgãos de segurança e 6 jovens que perderam um dos olhos, copiando o que fizeram os policiais do Chile nas mobilizações. Mais de 1.000 lutadores sociais foram assassinados nos três anos desde que o governo Duque assumiu. São defensores dos direitos humanos, guerrilheiros desmobilizados das FARC, lutadores do direito à terra e dirigentes sindicais.

O SEPE-RJ repudia a repressão brutal na Colômbia e os ataques do governo de Iván Duque e do parlamento com a sua proposta de reforma fiscal. Manifestamos nossa solidariedade aos lutadores sociais, jovens e trabalhadores que estão nas ruas defendendo seus direitos.

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O Sepe RJ realizará um ato simbólico de protesto na porta do Centro Administrativo da prefeitura (Praça Onze) nesta sexta-feira (dia 14 de maio), a partir das 11h. No ato, o sindicato colocará cruzes no local, para simbolizar os óbitos na educação municipal, desde a reabertura das escolas da rede para aulas presenciais durante a pandemia. O ato em defesa da vida, por direitos e vacinação para todos foi deliberado pela assembleia virtual da rede municipal, realizado na última segunda-feira (dia 10 de maio), que ratificou a continuidade da greve dos profissionais de educação do município contra a reabertura das escolas para aulas presenciais.

Ontem, o Sepe divulgou um novo relatório sobre casos de covid-19 nas escolas da rede municipal do Rio de Janeiro, com denúncias sobre profissionais contaminados durante o trabalho presencial e sobre a falta de estrutura de unidades escolares para o cumprimento dos protocolos sanitários estipulados pela própria prefeitura para o funcionamento dos estabelecimentos de ensino da Secretaria Municipal de Educação (SME). Neste relatório, aparecem algumas escolas, onde, além de profissionais, alunos e familiares também estão apresentando sintomas da covid-19.

Acompanhe a transmissão ao vivo pelas nossas páginas:
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O Sepe comunica com pesar o falecimento da professora da rede estadual e ex diretora do Sepe São Gonçalo, Carla Musa. A profissional é mais uma das vítimas da covid-19. Veja abaixo o texto em homenagem à pessoa e à luta dela, que sempre se manteve na linha de frente da luta pela educação pública de qualidade para todos:

Carla Musa,

Professora de Filosofia da rede estadual, mãe de Sophia Musa. Irmã, filha , tia, amiga. Militante em defesa da educação pública, ex diretora do Sepe/São Gonçalo. Carla não é um número, assim como todos os que faleceram, não pela Covid, mas pela política planejada de não combate à pandemia.

Carla nos foi arrancada deixando dor, saudades, mas também, e sobretudo, a lembrança de sua vitalidade, generosidade, alegria , companheirismo e disposição de luta. Honrar sua passagem entre nós requer um compromisso de combate constante , agudo e firme ao que está posto como destino para o povo.

Carla Musa , presente, hoje e sempre.

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