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A posição do Sepe sobre o Plano de Ação Pedagógica da SEEDUC para a Rede Estadual, apresentado pela Secretaria ao Conselho Estadual de Educação, entre outras críticas, é a de que o documento apresentado é inconsistente, pois não orienta as ações da Rede Estadual de Ensino no sentido de definir metas a serem atingidas através do processo de aprendizagem e desenvolvimento de crianças e adolescentes alunos da Rede.

Leia aqui o documento com a posição do Sepe pelo link.

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O Sepe defende a importância de um 1º de Maio unitário, entretanto o protagonismo precisa ser das entidades dos trabalhadores, das centrais sindicais, dos movimentos populares, das organizações da juventude, dos partidos comprometidos com a causa dos trabalhadores e organizações democráticas, além das iniciativas culturais.

FHC, Dória, Witzel, Maia e não representam os interesses da classe trabalhadora. São políticos que promovem/promoveram políticas econômicas de benefício do Capital, como privatizações, política de Estado Mínimo e arrocho financeiro aos trabalhadores. É incompatível um 1° de Maio com algozes da classe trabalhadora.

O Sepe defende o 1° de maio esteja à altura das necessidades dos trabalhadores e trabalhadoras do país. Imprescindivelmente, que afirme a defesa da saúde e da vida dos trabalhadores a partir da defesa da quarentena geral, com garantia de estabilidade, emprego e salário; assim como o aumento e pagamento do auxílio emergencial. Precisamos levantar a bandeira do não pagamento da dívida pública aos banqueiros para ter os recursos necessários para as áreas da saúde e social.

Para além das ações imediatas que envolvem a urgente proteção da classe trabalhadora, frente a pandemia do Coronavírus, precisamos pensar também adiante, pois é igualmente importante. O ano de 2021, tende a chegar com a crise econômica ainda mais acentuada e a luta pela proteção às trabalhadoras e trabalhadores é imediata.

Nosso 1° de Maio é também em luta pela revogação imediata das Reformas Trabalhista e Previdenciária, assim como a EC-95. As centrais sindicais devem convocar um panelaço unificado no 1º de maio.

É necessário agitarmos o Fora Bolsonaro e Mourão!

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