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Nesta quarta-feira (19/02), representantes das entidades que integram o Fórum Permanente de Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (FOSPERJ) foram até a ALERJ cobrar do deputado Bruno Dauaire (PSC), líder do partido do governo e presidente da Comissão de Servidores Públicos, uma posição sobre a data da reunião com o Governo. A pauta estava prevista para esta tarde, com o objetivo de debater a defasagem salarial dos servidores públicos de todo o estado.

Representantes do Fórum de Servidores também falaram com o presidente da Casa, André Ceciliano e sua assessoria. Desde o último encontro, com a participação de quase 60 sindicatos e associações, o movimento aumentou e já se aproxima de 70 entidades.

O Sepe está participando do Fórum como observador e esteve presente à mobilização na ALERJ.

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Nesta quarta-feira (19/02), representantes das entidades que integram o Fórum Permanente de Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (FOSPERJ) foram até a ALERJ cobrar do deputado Bruno Dauaire (PSC), líder do partido do governo e presidente da Comissão de Servidores Públicos, uma posição sobre a data da reunião com o Governo. A pauta estava prevista para esta tarde, com o objetivo de debater a defasagem salarial dos servidores públicos de todo o estado.

Representantes do Fórum de Servidores também falaram com o presidente da Casa, André Ceciliano e sua assessoria. Desde o último encontro, com a participação de quase 60 sindicatos e associações, o movimento aumentou e já se aproxima de 70 entidades.

O Sepe está participando do Fórum como observador e esteve presente à mobilização na ALERJ.

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Em mais um inaceitável caso de violência dentro do espaço escolar, PMs de São Paulo atacaram a socos e pontapés um grupo de alunos da Escola Estadual Emygdio de Barros, na Zona Oeste da cidade de São Paulo. Em vídeo gravado por alunos publicado pelo portal G1 é possível ver as agressões dos policiais, chamados pela direção da escola para retirar um dos jovens, supostamente desligado da unidade por excesso de faltas. O fato gerou revolta entre os alunos e a comunidade e a PM emitiu um comunicado afirmando que os seis policiais envolvidos nas agressões foram afastados do serviço até o final das investigações.

O vídeo gravado pelos estudantes presentes ao local mostram os PMs agredindo um grupo de estudantes, enquanto um outro chega a apontar uma pistola na direção de outro grupo que pedia para que os agentes parassem de agredir os outros alunos. Após sofrerem as agressões os estudantes foram detidos e levados ao Distrito Policial local, onde foram autuados por desacato. O Conselho Tutelar da área foi acionado.

Num momento em que o acirramento das ações violentas por parte das forças de segurança tem se repetido em várias cidades do país, sem que os governos responsáveis por ela se manifestem para acabar com os abusos, é importante que as comunidades escolares, profissionais e a sociedade em geral se mobilizem para dar um basta às ações violentas dentro do espaço escolar. Nada justifica a presença de policiais armados dentro do espaço escolar, nem a violência dos mesmos contra alunos. 

Para ver a matéria completa do G1 e o vídeo das agressões acesse o link:

https://tinyurl.com/tdoybwx

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Em mais um inaceitável caso de violência dentro do espaço escolar, PMs de São Paulo atacaram a socos e pontapés um grupo de alunos da Escola Estadual Emygdio de Barros, na Zona Oeste da cidade de São Paulo. Em vídeo gravado por alunos publicado pelo portal G1 é possível ver as agressões dos policiais, chamados pela direção da escola para retirar um dos jovens, supostamente desligado da unidade por excesso de faltas. O fato gerou revolta entre os alunos e a comunidade e a PM emitiu um comunicado afirmando que os seis policiais envolvidos nas agressões foram afastados do serviço até o final das investigações.

O vídeo gravado pelos estudantes presentes ao local mostram os PMs agredindo um grupo de estudantes, enquanto um outro chega a apontar uma pistola na direção de outro grupo que pedia para que os agentes parassem de agredir os outros alunos. Após sofrerem as agressões os estudantes foram detidos e levados ao Distrito Policial local, onde foram autuados por desacato. O Conselho Tutelar da área foi acionado.

Num momento em que o acirramento das ações violentas por parte das forças de segurança tem se repetido em várias cidades do país, sem que os governos responsáveis por ela se manifestem para acabar com os abusos, é importante que as comunidades escolares, profissionais e a sociedade em geral se mobilizem para dar um basta às ações violentas dentro do espaço escolar. Nada justifica a presença de policiais armados dentro do espaço escolar, nem a violência dos mesmos contra alunos. 

Para ver a matéria completa do G1 e o vídeo das agressões acesse o link:

https://tinyurl.com/tdoybwx

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