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O jornal Globo repercutiu neste sábado (19/01) a Resolução 113 da SME-RJ que prevê mudanças no horário de funcionamento das escolas e na matriz curricular da rede municipal do Rio de Janeiro.
 
A matéria contém a posição do Sepe e pode ser acessada no link em destaque nesta postagem.
 
Leia também a nota oficial do sindicato divulgada dia 17/01: https://goo.gl/hrQ79j
 
E a nota com o resultado da reunião do Sepe (dia 18) com a SME para tratar do assunto: https://goo.gl/B5wpgJ
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Por  que defendemos a revogação da reforma do Ensino (Lei 13.415) e da Base Nacional Comum Curricular:
 
Os governos federal e estaduais   vão começar a implantar a reforma do Ensino Médio e a Base Nacional Comum Curricular, a BNCC, em todo o país. Ambos determinam como devem ser os currículos e o ensino médio a partir de agora.
 
Ocorre,  que tanto a reforma do Ensino Médio como as novas bases curriculares foram aprovadas sem que profissionais da educação que estão na base do ensino e estudantes fossem ouvidos. A proposta foi elaborada pelo governo Temer e aprovada sem um debate verdadeiro.
 
Pedagogos  e educadores respeitados e com estudos consagrados sobre a educação pública, entidades sindicais do setor e entidades estudantis afirmam que a reforma e a BNCC são um desastre. 
Sob  um falso discurso de oferecer ao estudante o que lhe mais interessa, na prática há um rebaixamento curricular sem precedentes. Apenas as disciplinas de Matemática e Português passam a ser obrigatórias. Não há garantias de que as outras matérias sejam oferecidas  e se faltar professor para elas, pode ficar por isso mesmo.
 
É o empobrecimento do conhecimento e da própria escola. A nova lei prevê um currículo flexível, com cinco itinerários formativos. Mas a oferta deles não é obrigatória. A escola pública pode oferecer apenas um deles e aí a opção de escolha vira faz de conta.
 
Há  também uma desvalorização da profissão de professor, já conhecida pelos baixos salários e precárias condições. E a possibilidade de ser implantado o ensino à distância para boa parte das aulas.
 
Enfim,  são mudanças que tendem a oferecer ao estudante pobre, na escola pública, um ensino ralo, de segunda categoria, voltado para formar mão de obra barata. Enquanto as famílias que tenham como pagar terão os filhos estudando o currículo completo em escolas particulares.
 
É  por isso que defendemos a revogação da reforma do Ensino Médio (Lei 13.415) e da BNCC. A campanha inclui uma série de materiais de esclarecimento á população e uma animação, que busca mostrar o que significam tais mudanças. Participam da organização desta  campanha as seguintes entidades: Sepe-RJ, Aduff-SSind, Andes-SN, Sintifrj, SinproRio, Sindscope, Aerj, CUT, CTB, CSP-Conlutas, Intersindical, CNTE.
 
Assista o vídeo sobre o assunto pelo link abaixo:
 
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