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O quadro da rede estadual do ponto de visto pedagógico e estrutural é o de um verdadeiro caos. A “reestruturação” da rede estadual vem se aprofundando, especialmente  após  Wagner Victer assumir  a pasta.
 
A direção do Sepe vem denunciando desde o primeiro momento no governo de Sérgio Cabral  esse processo. Para o governo educação não é investimento, é custo. E a política implementada tem sido de enxugamento de gastos, como se a rede fosse uma empresa. Nesse momento,  temos visto um conjunto de medidas que materializam essa política: a retomada da municipalização de escolas, o fechamento de turmas, turnos e até mesmo unidades escolares. Além disso, várias escolas foram impedidas de abrir turmas de sexto ano e, completando o quadro,  temos a implementação da “otimização” de turmas.
 
Outra medida grave foi o desrespeito aos docentes I e II. As Coordenadorias Regionais e Metropolitanas, em meados de 2017, passaram a pressionar professores docentes II – que tiveram sua função praticamente extinta devido à municipalização – para que se habilitassem. Para isso, ameaçam os docentes de corte no pagamento! Desconsideram que a maioria desses docentes estavam em função extra classe há mais de vinte anos, exercendo atividades que são fundamentais para os educandos, como agentes de sala de leitura e professores articuladores. 
 
Tais docentes são jogados em sala de aula, gerando outro problema que é o professor docente I se tornar excedente, tendo sua vaga ocupada por esses profissionais docentes II. A SEEDUC tenta dividir e jogar um segmento contra o outro.  Qual o objetivo dessas medidas? 
 
Para o SEPE as consequências dessa política são nefastas:
 
a) A rede passa a ter um quantitativo enorme de professores excedentes. O governo também busca impedir a chamada de concursados aprovados, superexplorando os demais docentes.
 
b) Turmas superlotadas.  A chamada otimização de turmas é na verdade a junção e consequente formação de turmas superlotadas.  A proposta da SEEDUC é de, no mínimo, 45 alunos. Essa medida por si só irá causar um enorme prejuízo pedagógico aos estudantes.
 
c) Docentes voltam a trabalhar em várias escolas e em mais de um município.  Aumenta-se o custo do deslocamento, sem correspondente aumento do auxílio transporte. Também se terá menos tempo para a preparação das aulas, acarretando mais prejuízo pedagógico para os estudantes. 
 
d) Estudantes sem vaga garantida para estudar. A SEEDUC impede a matrícula de estudantes no sexto ano, sem a garantia que esses tenham vaga nas redes municipais.
 
A direção do SEPE/RJ vem tomando várias medidas para enfrentar esses ataques: 
 
a) Denúncia na Comissão de Educação na ALERJ.
 
b) Várias audiências públicas foram realizadas na ALERJ, com a presença do Secretário e staff da SEEDUC.
 
c) Denúncias no Ministério Público. (veja atas pelos links abaixo):
 
d) Denúncia na defensoria pública.
 
e) Acompanhamento da categoria nas Metropolitanas.
 
f) Ações jurídicas.
 
g) Ida às Coordenadorias Metropolitanas para cobrar esclarecimentos e soluções de questões lotação e fechamento de turmas.
 
h) Realização de vários atos públicos.
 
Próximas ações do SEPE:
 
a) Ida, mais uma vez, ao Ministério Público para denunciar mais esse ataque  contra nossos alunos e também para saber respostas sobre várias questões relatadas. 
 
b) Pressão na ALERJ, denunciando tais medidas  junto à Comissão de Educação.
 
c)Reunião com o departamento jurídico para finalizar a Ação que visa garantir os direitos dos docentes I e II. 
 
Entretanto, destacamos:
 
a) docentes II não podem ser obrigados a se habilitarem. 
 
b) Enquadramento por formação não é habilitação, nada mais é do que cumprimento do plano de carreira! 
 
O Sepe não aceitará as imposições da SEEDUC, por isso convoca a categoria para resistir na garantia de seus direitos históricos.
 
A greve dos profissionais de educação e as ocupações estudantis de 2016 tiveram como mais uma vitória a eleição de diretores. Temos hoje diversos colegas eleitos, que estão questionando esse processo de fechamento de turmas, turnos e escolas através de uma carta aberta.
 
Entendemos essa luta como uma lut dos que defendem a escola pública de qualidade para todos. Saudações a essas direções.
 
A rede estadual fará uma assembleia geral no dia 03 de fevereiro, às 11h, no ISERJ (Rua Mariz e Barros 271 – Praça da Bandeira) Lá iremos debater a situação da rede estadual e as estratégias de luta e de mobilização contra a política de Pezão e Victer.
 
O Sepe somos nós, nossa força nossa voz!
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Em entrevista para a Coluna do Servidor do Jornal O Dia, o governador Pezão afirmou que o calendário  de pagamentos do funcionalismo estadual será mantido, sendo o 10º dia útil a data estipulada para o crédito na conta dos servidores estaduais. Pezão afirmou que embora as finanças do estado estejam começando a sair do vermelho, nao há possibilidade no momento de mduanças no calendário. A matéria lembrou que o governo estadual ainda deve creca de R$ 1,1 bilhão referente ao pagamento do 13º de 2017 a serem pagos a 167.111 funcionários estaduais. (com Jornal O Dia/Coluna do Servidor).

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Numa assembleia realizada ontem (dia 22/1), na unidade de Quintino, os servidores da FAETEC decidiram suspender a greve da categoria. A paralisação, de quase quatro meses, foi iniciada no fim de setembro, por causa da falta de condições de trabalho motivada pelo atraso dos salários.
 
Em dezembro, mais de 200 funcionários tiveram seus salários de novembro descontados em função da paralisação. A Justiça, porém, determinou que os salários fossem pagos, o que só ocorreu na última sexta-feira, dia 19. As aulas serão retomadas no dia 5 de fevereiro. (com Jornal Extra)
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